Os pais dos alunos do Colégio Madre Imilda sempre trancam a Sinimbu no final da tarde, o horário onde começa o movimento de veículos é marcado por carros aguardando poder entrar no Colégio para buscar seus filhos, sinceramente não sei se esta certo ou errado, pois eles precisam entrar, mas o tumulto resultante me revolta.
Os pais ficam estacionados praticamente em fila dupla, os veículos que estão na pista da esquerda têm que ficar atrás ou tentar ir para a pista da direita, mas na pista da direita o tumulto de ônibus é grande, pois o corredor não vai ate o final da Sinimbu, termina uma quadra antes, ai os coletivos também tem que ir para a pista da direita.
Os carros que saem do Zaffari, que esta localizado uma quadra antes ajudam a tumultuar o transito, eles se metem no transito, pois os veículos da pista esquerda não dão vez aos clientes do Hipermercado, mesmo com a sinaleira fechada, eles trancam a saída do estacionamento e a aglomeração é triste.
Inúmeras vezes disse que nossa cidade esta se tornando um caos, isso diariamente fica mais evidente, as projeções de uma Caxias sem investimento em estrutura e com novos habitantes chegando todos os dias seria de alarmar a Prefeitura, mas a Administração atual não faz nada para melhorar o transito, somente ficam esquentando a cadeira o dia todo.
Por que não tiram as porcarias das pistas de ônibus da Sinimbu e da Pinheiro e transferem para a Dezoito do Forte e bento Gonçalves ?? Será que foi por que investiram alguns milhões de reais em Terminais que só ajudam a tumultuar ainda mais o Transito ?? Sem as pistas de ônibus, a Sinimbu e Pinheiro poderia ser de três a quatro pistas, isso ia ajudar muito o Transito a fluir.
Na BR-116, a quantidade de sinaleiras é ridícula, por que tem que ter um cruzamento a cada 1000 metros ?? Em cidades de verdade, as BRs tem cruzamentos entre espaços maiores, por que não fazem passarela para o pessoal entrar na UCS ?? Por que não fazem rotatórias, o investimento em Caxias é R$ 0,00 e quando tem não resolve os problemas, só tumultua ainda mais.























